DO MICRO AO MACROCOSMO

O que somos? Onde estamos?

.O homem vive numa realidade parcial, resultado de uma consciência formada individualmente do que está em seu entorno, que o isola do todo que permanece acessível. Uma vez conhecidos alguns limites da sua percepção, o homem pode buscar a ampliação da consciência através da mente, o que não significa aumento das capacidades sensoriais, nem de criação de imagens mentais, mas sim da utilização da projeção da consciência para fora do corpo, libertando-se dos limites.

Neste processo, saber a constituição do micro e do macrocosmo e, especialmente, do que existe em si e ao redor de si mesmo, em muito auxilia a consciência para ir além do que poderia perceber com o seu corpo, do que está fisicamente próximo no plano material, do que existe em cima dos céus, a fim de alcançar o Infinito.

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Cosmic Eye Video - Uma visão do micro ao macro (3 min)

https://www.youtube.com/watch?v=8Are9dDbW24  (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

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Nossa Galáxia a Via Láctea - Quão grande é o Universo?        (2 min)

https://www.youtube.com/watch?v=MX3PIkbTQwQ (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

A Astronomia mediu espaço em tempo (em Ano-Luz, que é o espaço percorrido na velocidade da luz, quase 300 mil km/segundo, em 1 ano) e assim conseguiu alcançar outro inimaginável, sem encontrar limites no Universo.

Do microcosmo das partículas subatômicas ao macrocosmo do infinito cósmico, somente através de modelos fictícios conseguiu o homem representar o que se fez impossível de traçar uma imagem proporcional relativa.

A física quântica provou que o átomo que forma a matéria é, sobretudo, um grande vazio e continuam a encontrar partículas que formam as partículas que se estudam, inimaginavelmente minúsculas e impossíveis de se ver em qualquer microscópio.

Modelo fictício do átomo de Carbono: As partículas e as distâncias entre si estão totalmente fora das proporções reais

 Decerto, tanto o átomo (e suas partículas) como o universo (desde as galáxias) são (em si mesmos) coisas inimagináveis de tão pequenas ou grandes em suas reais escalas. Não bastasse, também nos dois sistemas, tanto as partículas atômicas como os corpos celestes, ambos estão imensamente distantes entre si dentro das respectivas proporções, tão longe uma das outras que são, em si, grandes vazios.

 Um modelo em proporções reais do átomo de ouro, com núcleo ampliado a 30,4 cm (1 pé) teria seu elétron mais distante a 5,4 km (3,3 milhas) do núcleo. Num modelo real, com o Sol reduzido ao mesmo tamanho de 30,4 cm, o planeta-anão Plutão estaria a distância de 2,5 km (1,6 milhas) e a Terra a 653 m (215 pés). Na verdade, a distância entre a Terra e o Sol varia perto dos 150 milhões de km e o elétron está, do seu núcleo, ao dobro da distância entre a Terra e Plutão (5 bilhões de km) - logo, há muito mais vazio no micro do que no macrocosmo.


No micro ou no macrocosmo ...

... o que existe de matéria está em um grande vazio.

Modelo fictício: Observe que todas as medidas da figura estão fora de escala.

https://ef.engr.utk.edu/hyperphysics/hbase/Nuclear/nucuni.html Imagem de: https://www.scienceabc.com/nature/universe/what-is-the-smallest-particle-we-know.html 

Como assim? Somos e estamos em um vazio?

(Um pouco de Física Quântica)

Os átomos são sistemas formados de muitas partículas e o seu interior é realmente um grande espaço vazio, portanto, não são corpos duros, indestrutíveis ou impenetráveis. Por exemplo, o átomo de carbono mede 0,0000000008 mm, mas seu núcleo é ainda dez mil vezes menor! Este átomo, se fosse ampliado ao tamanho de 1km, teria seu núcleo com aproximadamente o tamanho de uma bola de golfe. Ou seja, existe então um imenso espaço vazio onde circulam os elétrons, que são partículas tão pequenas que não há dimensão que possibilite serem medidos e são praticamente desprovidos de massa.

Se poderia, então, imaginar que tudo que existe de sólido poderia se interpenetrar, como líquidos e gases que se misturam (sem ocorrer reações químicas que os transformem em outras substâncias)?

Para se entender perfeitamente, primeiro é preciso observar que os átomos dos elementos podem existir individualmente como substâncias estáveis na natureza (ou serem criados em laboratório) sem se combinarem com outros átomos, como exemplos: o hidrogênio, o enxofre e o ouro são encontrados no estado nativo.

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Modelo fictício da molécula de água. Em https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=79468575 

 No nível atómico, as ligações entre as partículas - embora imensamente afastadas - são fortíssimas, tanto que a energia atômica hoje utilizada exige extremos cuidados. Mesmo ao nível molecular, a atração entre as moléculas das substâncias sólidas é também enorme, ao ponto de impedir interpenetração; sendo menor nos líquidos e menor ainda nos gases, que conseguem se misturar.

Tudo que se vê e se toca de substâncias e corpos sólidos é, de fato, um vazio, mas nada que existe (tal como nos líquidos e gases) realmente se toca, nem se mistura uma coisa com a outra.

Decerto, nada de sólido se "mistura", nem realmente se toca, em razão da repulsão elétrica entre os corpos. Sendo sólidos, líquidos ou gasosos, é fisicamente impossível encostar em algo, pois, nas moléculas estáveis (e, claro, nos átomos que as formam) as partículas continuam nas suas constituições pois não se modificam nem se interpenetram.


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Os átomos são feitos de que? (7 min)

https://www.youtube.com/watch?v=ooWfzpUIoNM (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

Porém, na natureza, a maioria das substâncias é formada por moléculas que agrupam átomos como peças de lego, dentre dois ou mais entre os 92 elementos existentes, sempre buscando estabilidade, como exemplos: a água (hidrogênio e oxigênio H2O), o gás carbónico (carbono e oxigênio CO2), o sal de cozinha (cloro e sódio NaCl), etc.

Ocorre que quando substâncias líquidas e gasosas diferentes apenas se misturam (sem reagirem entre si), as moléculas se afastam umas das outras, permitindo interpenetração nos espaços intramoleculares. Entretanto, os átomos individualmente permanecem constituídos e assim também as ligações (combinações) entre os átomos das moléculas continuam, como agregados de imensos vazios.


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Os Átomos - você nunca tocou em nada (1 min)

https://www.youtube.com/watch?v=O7Wsh3bgQ0Q&feature=emb_title (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

Os espaços intermoleculares dos sólidos não são ocupados ou interpenetrados, nem muito menos nos átomos também se permitem pois a energia que une as partículas atômicas é muito maior. O que realmente existe entre as partículas e que resulta na construção e percepção do mundo físico é a repulsão elétrica entre os corpos e devido a esta repulsão, o tato transmite a sensação das superfícies que são tocadas, bem como, óbvio, se fazem todas as construções sólidas.


O que são as partículas? (9 min)

https://www.youtube.com/watch?v=vGTRF9cJ5Mg (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

Os modelos que conhecemos dos livros não mostram como realmente são os átomos, tais como os modelos planetários, estão totalmente fora das proporções quanto ao tamanho das partículas e as distâncias entre elas. Na realidade, os elétrons se movem num espaço vazio 1 trilhão de vezes maior que o volume do núcleo, que também não é um corpo sólido, mas é muito denso.

Se fosse possível encher uma colher de café com pequenos núcleos do átomo, ela pesaria 1 bilhão de toneladas e ainda haveria muito espaço vazio entre as partículas que formam cada um deles.

Quão imenso é o Universo?

(Um pouco de Cosmologia)

Quando se toma consciência da ordem de grandeza do Universo, e até do inimaginável tamanho de apenas uma dos trilhões de galáxias que o compõe, consegue-se alguma relatividade quando se restringe uma mentalização somente ao sistema solar da Terra.

No sistema planetário da Terra, o Sol e os planetas formam um disco plano, contido em um dos braços espirais da Via Láctea, que é uma galáxia com mais de 200 bilhões de estrelas e com aproximadamente 100.000 anos-luz de extensão. Apesar desse imenso tamanho real, é relativamente fácil uma visualização, pelo menos, do Sistema Solar, pois se este possui diâmetro de quase 100 anos-luz, o planeta do homem está distante somente a quase 150.000 km do Sol. (Para ver o sistema solar interativo, em 3D e em tempo real: https://solarsystem.nasa.gov/solar-system/our-solar-system/overview/ )

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Tamanho e distâncias no sistema solar - Solar System Size and Distance (1 min)

https://www.youtube.com/watch?v=DMZ5WFRbSTc (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

Uma maquete do sistema solar construída nas reais proporções dos tamanhos do Sol e dos planetas e as respectivas distâncias entre si possui diâmetro de mais de 10 km. Nesta montagem gigantesca, a Terra seria do tamanho de uma bola de gude e o Sol mediria um metro.

O sistema solar que contém a Terra situa-se a 28.000 anos-luz do centro da Via Láctea, galáxia espiral com diâmetro de 100.000 anos-luz e que contém 200 bilhões de estrelas.  Há no Universo galáxias anãs com até 10 milhões de estrelas e gigantes com até 100 trilhões de estrelas.

Estima-se que existem pelo menos 2 trilhões de galáxias no Universo, que foram possíveis de serem observadas por telescópios ao redor do mundo, especialmente o Hubble. Quantas galáxias existirão ainda entre as que não puderam ser captadas pelos instrumentos atuais?

O que se sabe do Universo?

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Hubble: Galaxies Across Space and Time - Galáxias além do Espaço e do Tempo (2 min)

https://www.youtube.com/watch?v=V6_0HlwMdvs (Legendas no YOUTUBE em computador, CLICAR EM: detalhes/ legendas/ traduzir automaticamente/ português)

E ainda há cientistas que defendem a existência do Multiverso (Mais em www.misteriosdouniverso.net/2016/07/fisicos-dizem-existirem-nao-so-um-mas.html) e não um só, formados pelos chamados de Universos paralelos.


"É surpreendente que possamos ter descoberto tantas coisas a respeito da evolução do Universo em aproximadamente 100 anos, que é uma fração muito pequena da idade do Universo. Há 100 anos atrás a fotografia começou a ser usada em astronomia e as primeiras observações sistemáticas (Surveys) se tornaram possíveis."

"Como os astrônomos podem dizer com confiabilidade que daqui a 5 bilhões de anos o Sol entrará na fase de gigante vermelha? E que a Terra se formou a 4.6 bilhões de anos atrás?"

"A dificuldade dessa tarefa pode ser concebida com a seguinte analogia: um ET vem à Terra e tem a missão de fotografá-la por 15 segundos (15 segundos está para o tempo de vida de um humano assim como 100 anos está para a idade do Universo). O ET retorna à sua origem, e seus colegas tentam entender a vida de um ser humano através das fotos tiradas durante os 15 segundos de observação."

Saiba ainda mais em: https://www.if.ufrgs.br/oei/cgu/sca/sca.htm

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